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    Sintaxe a vontade :)

A arte da simbologia

Pode se chamar de ironia como um autor consegue fazer uma área, que inexplicavelmente, é alvo de preconceitos, ser tão impressionante e empolgante.
Dan Brown, como antes visto, se mostra um grande contador de histórias, e tira o fardo de que um autor já famoso, só continua escrevendo para alimentar sua ganância.
Surpreendentemente Robert Langdon, 'nosso' simbologista favorito, se vê encurralado (novamente) e obrigado a fazer-nos acreditar, que existem segredos até mesmo onde nos impossibilitamos enxergar. Com uma vasta e excelente aplicabilidade dos fatos, Brown nos envolve em um mundo onde já não sabe o que é real. Ele faz com que Washington se torne tão supreendentemente misteriosa, quanto Roma e Paris, com suas obras de artes, e simbologias ocultas.
O esperado era pra ver se Brown conseguiria se superar, após o estrondoso sucesso de seu Mega-Seller, mesmo que as aparencias levem a crer em um clone das obras anteriores, (Assassinato, mistério, correria, símbolos, e segredos) mostra por sua vez que o Gênero já visto em obras como Silêncio dos Inocentes, têm muito a ser explorado.
Para quem gosta de um Quê de suspense e apreensão do início ao fim, é convidado a se envolver em mundo de mistérios e segredos que vão se revelando por si, e criando uma rede de intrigas e conspirações. Símbolo Perdido, como os seus antescedentes, Anjos e Demônios e Código da Vinci, se mostra crítico à postura humana e suas crenças.
Vai agradar os fãs e irritar os críticos, coisas que Brown faz muito bem.